segunda-feira, 16 de maio de 2016

1º Fórum Integrador do Grupo de Trabalho Nacional






Fonte: divulgação SINSESP



1º Fórum Integrador do Grupo de Trabalho Nacional





O Grupo de Trabalho Nacional – GTN, criado no Congresso Internacional de Secretariado - COINS 2015, realizou no dia 30 de abril de 2016 o 1º Fórum Integrador do GTN, tendo por local a Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado – FECAP, no bairro da Liberdade em São Paulo. O evento reuniu docentes e coordenadores de cursos de Secretariado, integrantes do GTN e pesquisadores.

O Grupo de Trabalho Nacional tem como objetivo mobilizar especialistas, profissionais, estudantes, estagiários e professores de Secretariado atuantes nos setores público e privado, para promover debates e trocas de experiências sobre a profissão, identificando iniciativas e implementando ações que promovam o fortalecimento da categoria em nível nacional.

Foi exatamente com esse propósito que o 1º Fórum se desenvolveu. A programação iniciou com as boas-vindas aos participantes, a cargo da Presidente do Sindicato das(os) Secretárias(os) do Estado de São Paulo - SINSESP, Isabel Baptista e da Consultora e também integrante do GTN, Bete D’Elia. Na sequência ocorreu a apresentação das Melhores Práticas de Gestão e Promoção do Secretariado por professores e coordenadores. A primeira rodada de apresentações, realizada pela manhã, contou com a participação das professoras: Ariane Serafim (Centro Paula Souza/SP), Caroline de Fátima Matiello Vaz (UPF/RS), Simara Rodrigues (UNIP/Brasília/DF) e Renira Appa (FECAP/SP). A segunda rodada, desenvolvida no turno da tarde, teve a participação das seguintes professoras: Ana Maria Santana Martins (Metodista/SP), Cibele Barsalini Martins (UFSC/SC), Magali Amorim (FATEC/SP) e Marília Gabriela Lobato (UNIFAP/AP).

Além da apresentação das Melhores Práticas, ocorreram também duas palestras, a primeira tendo como tema “Educação Profissional do Secretariado: repensando estratégias”, ministrada por Claudius D’artagnan e “DNA: desafios, natureza e atitude”, ministrada por Walmir Cedotti.

O evento foi organizado pelo SINSESP com apoio da FECAP/SP. Cabe ressaltar que o Fórum configurou apenas uma das muitas ações que vêm sendo desenvolvidas pelo GTN.

Fonte: Equipe Interação Secretariado.

C:\Users\Caroline-Not\Desktop\Forum SP\IMG-20160501-WA0014.jpg
Créditos da foto: Emili Martins Santos


sexta-feira, 13 de maio de 2016

O que a Sociologia tem a dizer sobre o Secretariado Executivo?


 Fonte:http://professor-e-filosofo-michel-gustavo.blogspot.com.br/
                                           

O Que a Sociologia Tem a Dizer Sobre o Secretariado Executivo?



Gênero e a Profissão de Secretário Executivo


*Ivan Penteado Dourado


Um dos pontos mais discutidos atualmente nas profissões é a origem moderna destas. Podemos recordar o mundo antigo e identificar os primeiros profissionais que lembram nossa profissão, porém, isso pode esconder os processos ocorridos com o advento da modernidade. Ser um profissional que presta assessoria para outros profissionais de maior status ou mesmo superiores na hierarquia de comando ou no patamar salarial apresentam particularidades históricas marcadas, entre outras questões, pelo gênero. Podemos pegar os profissionais de limpeza, os técnicos em enfermagem, os enfermeiros (coloquei no masculino, exatamente para mostrar que normalmente estas profissões são colocadas no feminino, e coincidentemente ou não, são ocupados hegemonicamente por mulheres).

Essa discussão está presente em diferentes profissões, na formação superior em Secretariado Executivo isso não é diferente. Chamar a profissão no feminino revela uma concepção socialmente compartilhada de secretariar, como função “de mulher”, o que na sociologia chamamos de senso comum ou entendimento compartilhado sem reflexão. Ou seja, como vejo só mulheres realizando essa atividade, ela se torna uma profissão feminina. Mas isso não explica profundamente esse processo, ou seja, o que leva as mulheres a optarem por profissões consideradas “femininas”?

Se resgatarmos as profissões entendidas nesta perspectiva, é possível identificar que muitas delas são desdobramentos de funções que a mulher já desempenhava “no lar”. Limpar a casa, cuidar dos filhos e dos enfermos, organizar os compromissos do marido e etc. Essa função feminina não é natural, ela é socialmente construída, em grande medida pela educação doméstica que passa de pai para filho, mãe para filha e são mantidas dentro do lar. Assim, as lógicas de gênero que o formaram (ou seja, reprodução de comportamentos aceitos pela sociedade), definem a forma de pensar e agir posteriormente na escola e na sociedade.  

Mesmo após as vitórias dos movimentos feministas e a abertura do mercado de trabalho para o ingresso massivo de mulheres, essa “educação doméstica” tende a reproduzir essas “aptidões aprendidas em casa” refletindo nas suas escolhas profissionais futuras. Sociologicamente não estamos dizendo que: “toda a mulher será assim”, mas estamos identificando o peso que essa educação familiar tem na escolha futura da sua profissão. No caso das secretárias (sem ensino superior, de formação técnica ou mesmo sem formação para tal), é muitas vezes entendida como um mero acessório feminino para uma maioria de empresários homens, gerentes e doutores, que contratam mulheres para controlar agenda, receber pessoas, atender telefone e na organização de documentos. Essa visão de senso comum que coloca a mulher (em sua profissão), como mero apêndice técnico dos homens, fazem de suas profissões algo menor e inferior, de fácil substituição, por esses e outros motivos são colocados direto no feminino (exemplo, as secretárias). Uma ótima dica ilustrativa que lida indiretamente com esse tema e de sucesso mundial é a série de televisão chamada Mad Man.  

No caso do Secretariado Executivo, um curso de nível superior que forma secretárias para funções muito além de ações técnicas, demandando destes profissionais uma formação acadêmica em gestão de processos, necessitando dominar no mínimo duas ou mais línguas estrangeiras, com perfil profissional diferenciado e pró-ativo, dentro e fora do espaço universitário. Porém, fora do seu curso e do convívio com seus pares, este profissional terá grande chance de ser confundido com a profissão técnica de secretária. Isso se reflete na própria definição socialmente compartilhada de senso comum referente à profissão, tende a carregar por muitos anos ainda, o entendimento de que secretário executivo e secretário técnico não diferem na prática (sendo chamada de secretária executiva, mesmo que tenham homens que busquem essa formação).

Se o desejo destes profissionais é romper com esses princípios preconceituosos e machistas de senso comum em sua profissão, não bastará proibir o profissional de escrever e se apresentar como secretária executiva, ou mesmo constatar o problema e reclamar “que a sociedade é assim”. É necessário que este profissional, entenda sociologicamente a construção social do machismo e do preconceito, que existe dentro e fora do espaço universitário, dentro e fora das empresas. Ou seja, o profissional precisará ser mais que um bom profissional, precisará sair da universidade com uma formação universal, compreendendo que sua profissão está inscrita em uma realidade desigual no que diz respeito ao gênero em uma sociedade machista e a profissão, em uma sociedade hierárquica. Ser secretário executivo no Brasil hoje demanda um duplo papel, político e organizacional. O primeiro firmando um compromisso ético de superação do machismo e do preconceito, sem com isso, perder de vista seu papel na imprescindível estrutura organizacional das empresas e organizações modernas.      




*Ivan Penteado Dourado
Professor de Sociologia – UPF
Mestre em Ciências Sociais
Doutorando em Educação
Perfil no facebook: https://goo.gl/RGKlxS

terça-feira, 10 de maio de 2016

A pesquisa no Secretariado



A pesquisa no Secretariado

Caroline de Fátima Matiello Vaz*

A pesquisa é fundamental em qualquer área. Começo esse post fazendo tal afirmação, pois, não tenho dúvida nenhuma disso. Nesses dez anos de estudos (graduação, especialização, mestrado e docência) vivenciei o quanto a pesquisa é importante, o quão ela nos ensina, o quanto nos traz mais dúvidas (isso é ótimo) e, claro, o quanto contribui com uma área de conhecimento.

Na área secretarial, isso não é diferente. Ao falar deste assunto, recordo das discussões realizadas durante o II Encontro Nacional Acadêmico de Secretariado Executivo – ENASEC, sediado pela Universidade de Passo Fundo no ano de 2011. A programação do evento se desenvolveu a partir da temática “A evolução da profissão por meio da pesquisa”. Durante o evento, professores, pesquisadores e acadêmicos compartilharam seus conhecimentos comprovando que a pesquisa é necessária em nossa profissão, no entanto, me refiro aqui, à pesquisa estruturada, ou seja, a pesquisa científica. E como se desenvolve pesquisa científica? Através das universidades, dos grupos de pesquisa, com o envolvimento de docentes, acadêmicos, egressos, enfim, de todos em prol da pesquisa com objetivos claros e definidos, que visa contribuir cientificamente com a área secretarial.

Evoluímos nesse quesito? Sem dúvida, evoluímos sim, e isso se percebe nos eventos científicos da área, onde a cada edição novos trabalhos são submetidos, seguindo o rigor científico. Percebe-se evolução também com a criação de grupos de pesquisa na área, envolvendo alunos e docentes da graduação e pós-graduação. A criação da Associação Brasileira de Pesquisa em Secretariado – ABPSEC – também é um propulsor da pesquisa na área, enfim, tantas outras ações que visualizamos diariamente. Porém, ainda resta um longo caminho a trilhar, e, nos próximos posts, falarei mais sobre isso.

Lembro que no início da graduação, por inúmeras vezes pensava: qual relação existe entre a pesquisa e a evolução da área? Hoje, tenho isso muito claro e expresso através de três questões para as quais tenho a resposta:

O que a pesquisa envolve? Ciência.
Onde ela se desenvolve? No âmbito acadêmico, ou seja, na universidade.
O que proporciona na atuação? Reconhecimento e valorização da profissão.

Assim, aos que “ainda” possuem dúvidas quanto à relevância da pesquisa na área secretarial, pensem nisso. Para finalizar esse post, pois o assunto não encerra aqui, entendo que é preciso que todos nós, acadêmicos, professores e egressos, procuremos constantemente desenvolver a capacidade de estudar, de procurar, de pesquisar, de selecionar, de comunicar, de refletir criticamente. A pesquisa deve fazer parte do nosso cotidiano!



*Mestra em Educação, Especialista em Assessoria Executiva e Bacharela em Secretariado Executivo Bilíngue pela Universidade de Passo Fundo. Professora do curso de Secretariado Executivo da Universidade de Passo Fundo.





   

domingo, 24 de abril de 2016

O Secretariado Executivo em eventos

                                     Fonte: divulgação


O Secretariado Executivo em eventos

       Ocorreu nos dias 18,19 e 20 do mês de abril de 2016, na Universidade de Passo Fundo, Campus I, o 4º Seminário Nacional de Inclusão Digital (SENID), tendo como tema "A liberdade digital de aprender", reunindo participantes de todo o país.

        Dadas as proporções, a acadêmica do VII nível do curso de Secretariado Executivo da Universidade de Passo Fundo, Edinara de Araújo, encarou o desafio de realizar o seu estágio profissional supervisionado neste evento, sob a coordenação da Professora Ivânia Regina de Oliveira.

                                                        Profa. Ivânia e Acad. Edinara

       O evento contou com uma programação intensa, inclusive, no primeiro dia, algumas ações foram até a madrugada para aqueles mais conectados em tecnologia e interação, intenção principal do evento. Desde o início da programação do evento, bem como durante sua realização, a acadêmica Edinara atuou diretamente em muitos detalhes, contando com a colaboração voluntária de alguns acadêmicos do curso de Secretariado, promovendo assim, o compartilhamento de experiências.

       Ao término do primeiro dia, a equipe Interação Secretariado conversou com Edinara, a qual comentou que participa da comissão organizadora desde o mês de junho de 2015, atividades que exigiram muito trabalho, pois a acadêmica está representando o curso e quer que as pessoas conheçam a profissão de maneira positiva. Além de promover a interação com outros cursos da universidade, foi a oportunidade também para colocar o aprendizado em prática, onde precisou planejar, fazer o pré-evento, cerimonial, protocolo e recepção. Ela menciona ainda que a experiência é muito satisfatória e que pôde colocar em prática os conhecimentos e aprendizados adquiridos na formação.

     O retorno do público foi muito positivo, onde tudo correu dentro da normalidade, bem organizado, com crachás para os participantes, placas indicativas, afinal, não faltavam profissionais capacitados envolvidos, além de alguns professores que ajudaram bastante.

                                          Auditório na primeira noite de evento
         
        Com certeza, a participação dos profissionais de Secretariado em um evento faz toda a diferença em sua realização, pois o conhecimento destes, proporciona que as atividades corram bem e dentro de um cronograma estabelecido, oportunizando aos participantes desfrutar de cada momento e aprendizado.

Fonte: Equipe Interação Secretariado

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Os idealizadores do Blog Interação Secretariado




Caroline de Fátima Matiello Vaz, Mestra em Educação, Especialista em Assessoria Executiva e Bacharela em Secretariado Executivo Bilíngue pela Universidade de Passo Fundo. Professora do curso de Secretariado Executivo da Universidade de Passo Fundo.

Jessica Vieira Soares, natural de Marau-RS, reside atualmente em Passo Fundo-RS, onde desenvolve suas atividades profissionais. Acadêmica do VII nível do curso de Secretariado Executivo da Universidade de Passo Fundo. Acredita verdadeiramente no potencial do Secretariado.









 
Marcus Vinicius Nunes, natural de São Paulo-SP, reside atualmente em Passo Fundo-RS, onde atua profissionalmente ligado ao secretariado. Acadêmico do VII nível do curso de Secretariado Executivo da Universidade de Passo Fundo. Disposto a trabalhar pela expansão e o crescimento do Secretariado.











sexta-feira, 1 de abril de 2016

Quem somos




O nosso blog é uma proposta que surgiu durante o estágio profissional supervisionado dos acadêmicos Jessica Vieira Soares e Marcus Vinícius Nunes, do curso de Secretariado Executivo, da Universidade de Passo Fundo, orientados pela Ma. Caroline de Fátima Matiello Vaz.

A ideia surgiu da necessidade, visualizada pelos acadêmicos, de um espaço comum de compartilhamento de informações da área secretarial, atualizado e com a participação de colaboradores de todo país, permitindo assim, mesmo que de forma discreta, um fortalecimento da área secretarial. 

Seja um de nós!
Se você acredita que pode contribuir com o crescimento da área secretarial, compartilhe suas ideias e experiências, faça contato conosco pelo e-mail: interacaosecretariado@gmail.com